quinta-feira, 7 de julho de 2011
terça-feira, 5 de julho de 2011
Especialista critica ‘medicalização’

Por Maria Aparecida Affonso Moyses
"Os maiores responsáveis pela dislexia são o salário baixo de professor e o número elevado de alunos por sala de aula". A afirmação é da pediatra e professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Maria Aparecida Affonso Moyses, que ontem, em palestra na Universidade Estadual de Maringá (UEM), questionou o elevado número de diagnósticos de dislexia, TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade) e outras doenças que afetam aprendizagem ou comportamento.
De acordo com ela, as doenças têm mascarado a infância e características individuais de crianças e adolescentes, promovendo a "medicalização" da sociedade. O termo é um dos principais do X Congresso Nacional de Psicologia Escolar (Conpe), que prossegue até quarta-feira na UEM.
Maria Aparecida alega que pais e educadores estão reféns dessa situação social de transportar questões para o âmbito médico e se esquecem de que faz parte do comportamento da criança desafiar, testar os adultos, infringir regras, ampliar limites. Segundo a Associação Brasileira de Dislexia, a incidência da doença varia entre 5% e 17% da população mundial.
A médica critica o número elevado de diagnósticos e o fato deles se basearem na leitura. "Até que ponto esta é uma doença inata ou uma dificuldade de aprendizado da pessoa, até mesmo falha do ensino?"
Além das implicações negativas de ter uma doença, como a dislexia, o diagnóstico incorreto de outras doenças comportamentais podem modificar a vida de crianças e adolescentes. Os tratamentos para esses transtornos é feito com medicamentos.
A pediatra exemplifica o seu posicionamento com os questionários aplicados para classificar uma criança hiperativa ou com déficit de atenção. "Entre uma resposta e outra, há uma infinidade de outras possibilidades", lembra Maria Aparecida.
Contribuição: Site odiário.com
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A 'igreja' enquanto instituição religiosa vs A igreja comunidade da fé
A igreja enquanto instituição religiosa (templos, leis, dogmas), tenta se diferenciar partir, das vestimentas, dos códigos severos a serem seguidos, dos comportamentos pseudosantificados, daquilo que se come ou não, do que se bebe ou não, enfim, apartir do visto [visível], do observável, da casca, do rótulo e do estereótipo.A igreja enquanto comunidade da fé busca seu espaço a partir do amor, do companheirismo, da luta no combate as desigualdades sociais, na quebra dos preconceitos, na luta pela alfabetização, no combate a fome, no acolhimento dos pobres, no cuidado com as pessoas, enfim, na quebra de uma espiritualidade egoísta e individualista, de um Deus que está mais preocupado em dar um carro zero do que responder uma mãe que clama para que os seus filhos não morram de fome isto é, uma comunidade que não busca os próprios interesses, mas, sobretudo busca a paz, a justiça, o respeito, e o amor entre todos os seres humanos. Porque Deus não tem que ser bom apenas pra mim, Ele é bondoso pra todos, e isso, não é um discurso que recaí sobre a lógica meritória, isso é graça de Deus gratuita a toda a humanidade.
Nosso relacionamento com Deus deve refletir no relacionamento com as pessoas
Nosso relacionamento com o próximo têm que ser, ou pelo menos deveria ser o reflexo da nossa relação com Deus.Isto é, amamos nossa família, nossos amigos, nosso próximo ou todos aqueles dos quais nos relacionamos, porque fomos amado primeiro por Deus,
consiguimos perdoar, porque primeiro fomos perdoados,
somos impelidos a acolher pessoas, porque fomos acolhidos pelos braços do Cristo,
buscamos generosidade, porque mesmo sem merecermos Deus foi generoso conosco,
procuramos compartilhar das reflexões da vida que nos trazem sentidos, porque a partir dos ensinamentos de Jesus, nossas vidas encontraram sentido existencial,
somos desafiados a viver em amor todos os dias, porque na cruz, Cristo mostrou e demonstrou a expressão máxima de amor para com nossas vidas.
01 de Julho - Feriadão em Londrina
Hoje sexta-feira 01/07/2011 é feriado municipal em Londrina em comemoração ao padroeiro do município, o Sagrado Coração de Jesus.Em 11 de março de 1934, Dom Geraldo Fernandes veio a Londrina, recém-fundada, para criar a primeira paróquia da cidade, hoje a Catedral, e a dedicou ao Sagrado Coração de Jesus, que se tornou o padroeiro.
Em 1957, Dom Geraldo Fernandes e a prefeitura decidiram que a padroeira seria Imaculada Conceição, celebrado no dia 8 de dezembro.
Somente em 2002, o Sagrado Coração de Jesus voltou ao título de padroeiro e se tornou um feriado municipal, por meio de uma lei da Câmara Municipal de Londrina. A data não tem dia definido e depende de quando é comemorado a festa de Corpus Christi, celebrado no último dia 23.
O pároco da Catedral, monsenhor Bernard Gafá, explica que a festa mostra o amor de Jesus por seus devotos. "Coração significa amor, compaixão. Nós não celebramos uma parte do corpo, mas o amor de Jesus por nós. Na Bíblia, Deus ama a todos, enviando Jesus, seu filho único, por nós. Cristo disse: vinde a mim todos os que estão cansados e oprimidos que eu vos aliviarei. Quem está cansado, decepcionado pode procurar o consolo em Jesus, a nossa razão de ser", informou.
Nesta celebração, sempre há uma intensa programação: As missas do Sagrado Coração de Jesus, que acontecem apenas na Catedral em vários horários do dia. Para receber os fiéis também há várias barracas que ficam tradicionalmente na Praça da Bandeira.
Contribuição: odiario.com
domingo, 26 de junho de 2011
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