terça-feira, 26 de julho de 2011

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Férias prolongadas

O deputado paranaense André Zacharow (PSD-PR) quer plebiscito sobre as uniões gays

O deputado André Zacharow (PSD-PR), mais conhecido no estado do Paraná por sua atuação na I Igreja Batista da capital e por ser presidente da Sociedade Evangélica Beneficente de Curitiba – SEB, decidiu fazer uma proposta polêmica em seu terceiro mandato: quer que um plebiscito decida a validade as uniões entre pessoas do mesmo sexo. Do alto de seus 71 anos, o deputado – que é advogado, professor e economista - questiona a decisão do STF de reconhecer as uniões de pessoas do mesmo sexo.

A proposta, o PLD 232/11, apresentada em 1º de junho deste ano, quando ainda fazia parte do quadro do PMDB, quer que nas eleições de 2012 ou 2014 os eleitores votem se são a favor ou contra a união civil de pessoas do mesmo sexo. A proposta passará pelas comissões de Direitos Humanos e Minorias, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Dificilmente o projeto passa, depois da mudança de sigla no deputado, já que o novo partido, o Partido da Democracia Social, do prefeito paulistano Kassab, não deve querer entrar em uma polêmica como essa.

O perigo da proposta é a de ser uma Projeto de Decreto Legislativo, ou seja, não precisa da sanção presidencial para valer. Mas o mecanismo está longe de ser plausível para a intenção do deputado que escondeu em seu argumento a sua posição pessoal, afirmando que é preciso decidir a questão que está acarretando discussões e até violência entre as pessoas. Para ele, é preciso acalmar os ânimos, mas seu pedido não teve caráter de urgência, ou seja, nada muito importante. “Todos deverão se curvar a vontade nacional a ser expressa no resultado do plebiscito”, afirma o deputado evangélico que conta com a vitória, assim como os líderes evangélicos. Que tal colocar um plebiscito sobre a criminalização da homofobia?

Contribuição: http://www.revistaladoa.com.br

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Neto de Freud: Pintor Lucian Freud morre aos 88 anos


O pintor britânico Lucian Freud morreu na sua casa em Londres na noite de quarta-feira, aos 88 anos, mas a notícia só foi divulgada esta quinta-feira. Além de ser um dos grandes nomes da arte figurativa, cujos retratos não deixavam ninguém indiferente, era também conhecido por ser neto de Sigmund Freud, o inventor da psicanálise, que trocou a Alemanha pela Inglaterra devido à ascensão ao poder de Adolf Hitler.

Nascido em Berlim a 8 de Dezembro de 1922, Lucian mudou-se para Londres em 1933 e acabou por estudar artes, sem que isso o impedisse de alistar-se na Marinha Mercante durante a II Guerra Mundial, cruzando o Atlântico para ir buscar mantimentos ao Canadá.

Terminados os combates e abandonada a vida em alto mar, Lucian Freud começou a impressionar o meio artístico londrino com os seus retratos, dedicando-se a partir dos anos 50 a pintar nus em que os seus modelos eram levados ao limite.

Fez um retrato da rainha Isabel II de Inglaterra em 2001, acabando por ser receber ataques dos tablóides britânicos, que o acusaram de transformar a soberana num "travesti".

Contribuição: Correio da Manhã

Bullying: violência na escola

O bullying vem se tornando uma prática comum dentro das escolas. Fatos como implicância, discriminação e agressões físicas e verbais têm se mostrado frequentes, causando dor, angústia e sofrimento.

Esse comportamento de algumas crianças e jovens caracteriza-se por ser sempre intencional e realizado repetitivamente, sem motivação específica, segundo o Instituto de Psicologia da USP. Sendo assim, o agressor humilha e deprecia, pois quer ser “mais popular”, sentindo-se poderoso, e com isso obtém uma boa imagem de si.

Em decorrência disso, a vítima costuma ser tímida e distancia-se do resto da turma pela aparência física - raça, altura e peso - pelo comportamento ou ainda, pela religião. O educando atingido pelo bullying costuma ficar retraído e sofre, se tornando, assim, um alvo mais fácil, de acordo com dados do Unicef.

Portanto, faz-se necessário que a escola crie possibilidades de prevenção, como: estabelecimento de limites e o trabalho com os valores éticos, morais e sociais. A solução se dá através do diálogo com os envolvidos, tanto agressores, quanto vítimas e seus familiares. Além disso, em situações extremas, encaminhamentos a outras instâncias, como delegacias especializadas.

Contribuição: Agora - Jornal do Sul

Autor: Matheus de La Rocha Romeu – 4º Ano – Eletrotécnica- IFRS- Campus Rio Grande

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Depressão na Contemporaneidade

Pessoal, estamos organizando uma palestra para o dia 13 de Agosto de 2011, com o tema: Depressão na Contemporaneidade, ministrada pela professora psicologa mestre Silvana Farinha - certificação de 4h pela Faculdade Pitágoras. Confirme mais informação no banner abaixo e faça sua inscrição.