quarta-feira, 3 de julho de 2013

Por Leornardo Boff


"Hoje nos encontramos numa fase nova na humanidade. Todos estamos regressando à Casa Comum, à Terra: os povos, as sociedades, as culturas e as religiões. Todos trocamos experiências e valores. Todos nos enriquecemos e nos completamos mutuamente. (...)

(...) Vamos rir, chorar e aprender. Aprender especialmente como casar Céu e Terra, vale dizer, como combinar o cotidiano com o surpreendente, a imanência opaca dos dias com a transcendência radiosa do espírito, a vida na plena liberdade com a morte simbolizada como um unir-se com os ancestrais, a felicidade discreta nesse mundo com a grande promessa na eternidade. E, ao final, teremos descoberto mil razões para viver mais e melhor, todos juntos, como uma grande família, na mesma Aldeia Comum, generosa e bela, o planeta Terra."

"O diabo na rua, no meio do redemoinho...

...Viver é muito perigoso.”

domingo, 30 de junho de 2013

seis horas da manhã


06h da manhã, olhos em vigília,
É possível que algo tenha mudado.
Pela janela é possível ver um dia que ainda não acordou,
cinza e com muita neblina, porém, acolhedor.
Contudo, não posso dizer o mesmo dos meus braços.
É bem provável que o desejo de acolher é a vontade de ser acolhido, e o desejo de ser acolhido é a vontade de acolher!

O QUE SE PAGA EM UMA ANÁLISE?

Sabemos que não há concessões quando se trata de uma análise.
moneybrainO analista, por importantes razões, não com-cede  a nenhum pedido que possa manter o sujeito que o procura no lugar do sofrimento e do gozo sintomático que o levou até ali. Isso se refere sobretudo a questões práticas a que uma análise está submetida, tais como o contrato, o valor da sessão e seus pagamentos, o horário, o tempo de duração da sessão entre outros detalhes que perpassam um trabalho psicanalítico.
Já nos ensinava Freud que o pagamento é um dos pontos fundamentais a ser manejado no contrato, que é verbal, mas que implica um compromisso entre aquele que se propõe a falar e entre aquele que se dispõe a escutar,  no começo e também durante todo um trabalho de análise.  Isto porque o dinheiro é um significante, e como tal está na série das equivalências simbólicas e embrenhado de questões sexuais.
Então o que se paga, certamente, não é apenas por um serviço contratado.
Sinta-se convidado a participar deste encontro onde nossa convidada, a psicanalista Angela Valore, tratará destes assuntos tão importantes para a prática clínica. 

SEMINÁRIO DO CICLO DE ENCONTROS:
A CLÍNICA LACANIANA:
A CLÍNICA DO REAL, O QUE É ISSO?
Com Angela Valore*


DIA: SEXTA FEIRA – 28/06/2013 – Das 19h00 às 22h00
LOCAL: PARLÊTRE-CLÍNICA E TRANSMISSÃO DE PSICANÁLISE
              R. Giampero Monacci, 34 – Jd. Novo Horizonte – Maringá – PR
              44-3265.1011 – 9914.2196 – 9131.6991
INVESTIMENTO:  R$ 120,00

* Psicanalista. Analista membro da Association Lacanienne Internationale; Membro fundador, analista membro e Presidente da Letra-Associação de Psicanálise 

domingo, 23 de junho de 2013

segundos, minutos, horas, dias, semanas e meses...

De repente o tempo tem passado tão lentamente,
segundos, minutos, horas, dias, semanas e meses,
não que eu tenha encontrando dificuldade para viver,
Mas, há algo no peito, um incomodo, um desconforto, contudo,  não sei dizer o que é.
Mesmo negando, algo diz, vem!
Uma verdadeira subversão da razão.
Estou refém de alguma coisa,
expectador de mim mesmo,
assistindo o tempo passar,
imergido nas distrações da vida,
coisas idiotas, pequenas, efêmeras e insignificantes.
Tenho tentado significá-la,
atribuições e atribuições,
tentativas de atribuir valores,
Sobretudo, a frase de Benjamim Disraeli não deixa de ser uma verdade,
"A vida é muito curta para ser pequena"!

FUJA DAS ARMADINHAS DA DISTRAÇÃO E A APRENDA A SE CONCENTRAR

domingo, 9 de junho de 2013

FDS

Mais um final de semana chegou,
chegou mais um final do final de semana,
o final que indica o começo,
o começo trazido pelo final,
o final que se posiciona no meio,
logo, não tem final, não tem começo e não tem meio,
o que tem, é mais um dormir,
mais um levantar,
mais um trabalhar,
mais um tentar,
mais um viver, 
viver?
Viver!
viver.